-do
de um modo, assim, desviante, mas eu quis dizer que, deixe-me expressar melhor,
na verdade falar de qualquer modo é falar, antes e depois, quase sempre e nunca nunca, entende? é, eu
também não entendo, mas faça esse esforço, digo, não quis ser mandonista nem
autoritário, nem pedinte e não que eu tenha pensado que você pensou o que eu
estaria pensando iih! acabei dando voltas e, ademais, volto, mas veja, não a
revista, é claro, o verbo “ver” no presente do subjuntivo, continuando, ou melhor,
retomando o ponto que deixei solto, que não é precisamente solto a palavra para
definir o que não concluí, porque nem sempre o começo gera um fim, às vezes o
começo é um fim e...aonde eu quero chegar? em nenhum lugar, em particular, nem
em público, a verdade é tentarmos, não que tentar pressuponha verdade, afinal, o
que é verdade é tipicidade interrogativa filosófica, e nem é essa minha indagação, nem pretensão, nem qualquer forma de não ação, não me entenda mal entrementes...oh, esqueci! doravante irei propor aquelas práticas de
autovigília, para não entortar tanto a comunicação, por que sinto que não estou
me comunicando e seu rosto tá ficando cada vez mais vermelho, mas a exasperação
nem sempre indica alguma coisa, certo, abstração, reticentismo, virgulação
excessiva, mancha visual, prolixismo com todo a carga negativa do ISMO, divagação sem nexo, quase
vejo o que pensas, mas reconheça que estou chegando a algum lugar, mesmo que
não diga o que é esse lugar (pergunta estranha), nem como chegaremos, nem quando será, nem quem chegará
nem porque chegaremos, e veja, isto é, observe, digo, olhe, aí foram respondidas as seis perguntas do lead
jornalístico, e digo respondidas (era pra botar aspas para não confundir?
perdão) porque as perguntas também são respostas, e não falarei "não é verdade?" ou né? ou não é mesmo? ou micromarcadores pedintes do gênero (era pra botar aspas nas outras também? agora já foi, deixa pra lá!), ansiosos por
aquiescência social, e não, calma, não é psicologismo...não, não, não estou ansioso, nem imaginando perguntas nunca feitas, nem fazendo intercalações descabidas em uma frase-parágrafo, eitas!, li numa revista um dia
desses, não qualquer dia, mas um dia desses, na verdade, li antes por aí que, ok, confesso que não li em nenhum
lugar o que vou dizer, mas vou dizer mesmo assim, sim, não tenha dúvidas que
irei sim dizer mesmo assim, direi que, a verdade, deixe-me corrigir ,a mim mesmo, claro, quem sou eu pra corrigir a verdade? estou
dizendo que textos prolixos testam a paciência e se você continuar lendo-os por
muito tempo pode levar a uma fragmentação descontínua da própria loucura, eu
por exemplo, incumbido da missão de encher o saco posso continuar
indefinitivamente, isto é, de forma não definitiva, quer dizer, que não
cessará, melhor: não terminará, e falando de um modo assim, desviante, não
ouviu? ok, vou repetir a última parte, falan-
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