domingo, 3 de novembro de 2013

Tantra Ocidental - Considerações Finais



Quem sou eu?, podem vir a perguntar. Sou um ser vivo que pulsa e respira, chora e ri, exulta e se frustra, ama e tem raiva, fala e fica em silêncio, escreve e lê, come e bebe, abraça e é abraçado. Sou mais um cara com um nome no documento de identidade e um número de registro no sistema. Sou um e muitos. Sou lógico e paradoxal.
     OM.

“Ora, deixe de ladainha, rapaz! Que enrolação é essa? Experiência profissional, vínculos empregatícios, formação escolar! JÁ! CADÊ?”

                       OM.

Oh, me desculpe! Estou me formando em jornalismo e não, não fiz cursos em massagem Tântrica, Yoga, Vegetoterapia, Bioenergética ou Educação Física.

                                                                        OM.

“Agora está falando que nem gente. Bem, vou direto ao ponto. Quando está ganhando para divulgar esses exercícios?”

                                    OM.

Nenhum tostão. Não tenho motivação financeira em divulgar esse sistema tântrico. Tenho, isso sim, aspiração em cooperar com o fluxo evolucionário que permeia o cosmos e vontade de ver mais consciências se iluminando. O que sentirei, caso muitas pessoas se beneficiem por causa dos vídeos&instruções, é uma gratificação que não é baseada em cifras.

                                                      OM.

“Huum, não tem faro para o lucro, hein boy? Tá parecendo o pessoal dos Direitos Humanos falando..”

OM.

Aliás, gostaria de deixar claro que qualquer apropriação desses ensinamentos com fins lucrativos é veemente repudiada por mim e, acredito, pelos criadores do sistema, já falecidos.

                                                                                                                 OM.

“Certo, certo. E como posso saber que esses benefícios todos não são propaganda enganosa? Marketing esotérico?”

                                                                                           OM.

Testando. Experimentando. Pondo à prova. Faça todo dia. Veja por si mesmo. Eu pratico esses exercícios desde janeiro de 2012 e continuo me surpreendendo com os resultados!

                                                                                                                                 OM.

“Tem coisa aí do Yoga, né? Acho que também já vi algo da Vegetoterapia! Plagiador!!”

                           OM.

Isoladamente, não sei a quantos sistemas e tradições diferentes o Christopher Hyatt e o Israel Regardie recorreram. A revolução deste Tantra Ocidental não consiste na novidade mas sim na sequência dos movimentos. E, claro, na intensidade e velocidade dos efeitos produzidos.

                                                                                                                                                     OM.

“Dei uma olhadinha nos seus textos, garoto. Quer dizer que meu poder pessoal vai ser ampliado?”

                                                                   OM.

Quero dizer apenas que você vai começar a trabalhar com maiores quantidades de energias, porque estará mais aberto, mais vivo, mais receptivo, mais inteligente. Vai acessar camadas mais profundas do seu ser. Podem ocorrer alguns choques. Ninguém disse que é fácil sair da “sala de segurança/conforto”. Quanto mais liberdade você exercer, mais responsabilidade vai passar a sentir. Perceberá que tudo é interdependente, que estamos todos interligados na bela e terrível aventura cósmica da existência.

OM.

“Tsk, tsk, tsk. Papinho de psicólogo de boteco metido a místico. O que lhe dá tanta certeza de que está fazendo a coisa certa?”

                                                                   OM.

A minha fé é inabalável: da perspectiva humanista, acredito que o mundo só mudará para melhor quando as estruturas mentais dos indivíduos mudarem. A ruptura com mecanismos sociais de lavagem cerebral (alienantes, neurotizantes, corruptores ou domesticadores) tem que ser feita individualmente. Cada pessoa precisa pensar por si mesma, se quiser crescer. Precisa se tornar menos manipulável, menos fantoche, menos ovelha, menos papagaio. O Tantra descondiciona, transforma, te leva às profundezas interiores/universais. É um caminho que não é igual para ninguém. É um caminho de liberação pessoal. Mas não interprete mal, amigo: honrar a Individualidade não é defender o individualismo.

OOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMM.

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